Detalhes da Formação do Karma

Enviado por Estante Virtual em sab, 12/17/2011 - 21:42

É preciso que o leitor não perca de vista, em primeiro lugar, que a Alma humana, o Ego, o criador do Karma, é uma entidade que se forma, uma individualidade com vida, cuja sabedoria e cujo desenvolvimento mental progridem à medida que ela avança no caminho da sua evolução secular, e, em segundo lugar, que o Manas superior e o Manas inferior são fundamentalmente idênticos. Apenas por comodidade é que os distinguimos um do outro, porque a única diferença que existe entre eles reside no seu funcionamento e não na sua natureza. O Manas superior é o Manas quando opera no plano espiritual, na plena posse da consciência do seu passado; o inferior, é o Manas quando opera no plano psíquico ou astral, levado pela matéria astral, tendo como veículo o Kama. e com todas as atividades contaminadas e coloridas pela natureza passional; está em grande parte cego pela matéria astral que o rodeia, como se fosse um véu; possui apenas uma parte, da consciência manásica total, parte que, na grande maioria dos homens, é representada por uma colheita restrita das experiências mais flagrantes da única encarnação em via de seguimento. Em relação aos detalhes práticos da vida, tal como a maior parte dos indivíduos a considera, o Manas inferior é o "Eu", o que nós chamamos o Ego pessoal; para estes indivíduos, a voz da consciência, considerada de uma forma vaga e confusa como sobrenatural, uma espécie de voz de Deus, é a única manifestação do Manas superior no plano físico e, com muita razão, por mais errônea que seja a sua opinião acerca da sua natureza, têm-na por imperativa, e assim é realmente. Mas o estudante deve convencer-se de que o Manas inferior é uno com o Sol do qual emana. No céu do plano espiritual, o Manas-sol brilha constantemente, emitindo Manas-raios, raios manásicos, que penetram no plano psíquico; todavia, se os considerarmos como duas coisas distintas, a não ser por comodidade, e principalmente para distinguir o seu lugar de funcionamento, arranjaremos uma confusão de difícil remédio.

E Ego é, portanto, uma entidade que progride. O raio projetado é semelhante a uma mão que se mergulha na água para dela tirar um objeto e que em seguida se retira fechada, segurando o objeto. O desenvolvimento do Ego depende do valor dos objetos recolhidos pela sua mão estendida, e a importância e o valor do seu trabalho, quando o raio volta da sua tarefa, é limitada e condicionada pelas experiências recolhidas enquanto o raio funcionou no plano psíquico. É o caso de um lavrador que vai trabalhar no campo, e apanha chuva e sol, frio e calor, e volta à tardinha para casa; e como é ao mesmo tempo dono do campo em que trabalhou, o resultado do seu árduo trabalho enche-lhe os celeiros e aumenta-lhe a fortuna. Cada Ego pessoal é a parte imediatamente ativa do Ego individual ou persistente; é o representante deste último no mundo inferior, e está tanto mais desenvolvido quanto mais alto é o ponto atingido pelo Ego, considerado como totalidade, como indivíduo.

Compreendido isto, desaparecerá do espírito do estudante que começa a interessar-se pela Teosofia a principal dificuldade, isto é, a idéia de que é uma tremenda injustiça obrigar o Ego pessoal a suportar a sucessão kármica, que lhe tocou em herança; compreenderá, então, que o Ego que produz o Karma faz a colheita do Karma; o lavrador que tinha semeado faz a sua colheita, embora o vestuário que usava quando semeou se estragasse até a colheita; faz esta com outro fato, mas, por isso, não deixa de ser ele o mesmo que semeou e o mesmo que recolhe. Se não soube semear, se as sementes foram mal espalhadas, o prejudicado na colheita será ele mesmo, quando se apresentar para tirar do solo os produtos do seu trabalho.

Nos primeiros estágios do seu desenvolvimento, os progressos do Ego serão excessivamente lentos(1) visto que, espicaçado aqui e ali pelo desejo, tenderá a ceder às atrações do plano físico; as imagens mentais por ele criadas serão, na sua maior parte, da espécie passional, e, por conseguinte, as imagens astro-mentais serão violentas e passageiras, em vez de fortes e persistentes. Estas últimas terão uma duração proporcional à quantidade de elementos manásicos que hão de entrar na composição da imagem mental. Um pensamento firme e persistente produzirá imagens mentais definidas com nitidez, e imagens astro-mentais firmes e duradouras; a vida apresentar-se-á com um fim definido, com um ideal nitidamente reconhecido, para o qual o mental convergirá constantemente e no qual ele se demorará continuamente; esta imagem mental tomará o caráter de uma influência dominante na vida mental e passará a dirigir a grande maioria das energias da Alma.

Estudemos agora a formação do Karma, por meio da imagem mental. Durante uma vida, o homem forma uma vasta coleção de imagens mentais; umas, fortes, nítidas, continuamente reforçadas por impulsões mentais repetidas, outras, fracas, vagas e tão indecisas que mal o espírito as forma, logo as abandona. Morto o homem, a Alma acha-se enriquecida por miríadas destas imagens mentais de natureza, de força e de objetos variáveis. Umas representam inspirações espirituais, o desejo apaixonado de servir, a ânsia de saber, a promessa de uma consagração à vida superior. Outras são puramente de ordem intelectual: jóias brilhantes do pensamento, quintessência dos resultados de um estudo profundo. Há as emocionais, há as passionais, respirando amor, compaixão, ternura, devoção, cólera, ambição, orgulho, cobiça; outras provêm dos apetites corporais estimulados pelo desejo desenfreado, representantes de pensamentos de gula, de embriaguez e de sensualidade. Não há alma nenhuma que não tenha a consciência atulhada destas imagens mentais, produtos da sua vida mental; não há pensamento que lá não se ache representado, por mais fugitivo que tivesse sido. Podem as imagens astro-mentais ter desaparecido — e isso acontece freqüentemente — podem não ter tido apenas a força suficiente para durar horas, mas as imagens mentais ficam na posse da alma; nem uma só falta. A Alma leva consigo todas mentais, quando passa pela morte para entrar no mundo astral.

O Kama-Loka, ou lugar do desejo, está dividido em numerosas camadas, estas imagens por assim dizer, e a Alma, logo depois da morte, fica sobrecarregada com o seu corpo de desejos completo ou Kama-Rupa; todas as imagens mentais formadas pelo Kama-Rupa, que são natureza animal e grosseira, têm um grande poder sobre as camadas inferiores deste mundo astral. Uma alma pouco desenvolvida tem em grande apreço estas imagens, e anima-as, preparando assim a sua repetição física na próxima existência. O homem que se deixou dominar por pensamentos de ordem sensual e que formou imagens desta espécie, não somente é atraído para cenas terrestres em que os prazeres dos sentidos representam o papel principal, mas é levado a repeti-las constantemente no seu mental, cultivando assim, na natureza, tendências cada vez mais fortes que no futuro hão de levá-lo a cometer faltas análogas. O mesmo acontece com quaisquer outras imagens formadas de materiais fornecidos pelo corpo de desejos e pertencentes a outras camadas do Kama-Loka. À medida que a Alma se vai elevando das camadas inferiores para as superiores, as imagens formadas com os materiais das camadas inferiores perdem os seus elementos e ficam como que latentes na consciência; e a isso H. P. Blavatsky chamava "privações de matéria" ou idéias suscetíveis de existência, mas fora da manifestação material. O vestuário kamarúpico vai-se depurando destes elementos grosseiros, à medida que o Ego inferior é atraído para cima, ou antes, para dentro, para a região devachânica, porque cada uma das "cascas" abandonadas se desintegra no devido tempo, até que, caída a última, o raio retira-se de vez, livre de qualquer invólucro astral.

Quando o Ego voltar à vida terrestre, essas imagens latentes serão projetadas e atrairão a si os materiais kâmicos necessários para a manifestação no plano astral; dela virão os apetites e as emoções inferiores do corpo de desejos na nova encarnação.

Notemos, de passagem, que algumas das imagens mentais que rodeiam a Alma recém-chegada são a origem de muitos dos tormentos nas primeiras fases da vida post-mortem; as crenças supersticiosas, por exemplo, apresentam-se como imagens mentais e torturam a alma, apresentando-lhe cenas cheias de horror que, na realidade, não existem em volta dela(2). Todas as imagens mentais formadas pelas paixões e pelos apetites estão sujeitas ao processo já descrito e são de novo manifestadas pelo Ego, logo que ele volta à vida terrestre, domo diz o autor do Plano Astral:

Os Lipikas, essas grandes divindades kármlcas do Cosmo, pesam os atos de cada personalidade no momento em que se deu a separação final dos seus princípios no Kama-Loka, e fornecem, por assim dizer, o molde da Linga Sharira, mais exatamente adequado ao Karma destinado à próxima vida.

Libertada momentaneamente destes elementos inferiores, a Alma entra no Devachân, onde passa um tempo proporcional à riqueza das imagens mentais de pureza suficiente para poderem ingressar nessa região. Ê aí que ela vai encontrar cada um dos seus esforços sublimes, ainda mesmo os mais efêmeros. É aí que ela os valoriza, os reúne, e se vai munindo, com a ajuda destes materiais de poderes, para as vidas futuras.

A vida devachânica é toda de assimilação; é preciso que as experiências recolhidas sobre a terra sejam empregadas na textura da Alma; é graças a elas que o Ego se desenvolve; o seu desenvolvimento depende do número e da variedade das imagens mentais formadas durante a existência terrestre e fixadas em tipos bem apropriados e mais permanentes. Reunindo num grupo as imagens mentais de uma mesma categoria, a Alma extrai-lhes a essência, e por meio da meditação cria um órgão mental; e deita-lhe, sob a forma de faculdade, a essência que extraiu. Por exemplo, um homem formou um grande número de imagens mentais com as suas aspirações de saber e com os seus esforços para a compreensão de raciocínios sutis e elevados; admitamos que ao abandonar os despojos mortais as suas faculdades mentais são vulgares; no seu Devachân trabalha sobre estas imagens mentais e transforma-as em faculdades, de modo que quando a Alma volta à terra, traz consigo uma bagagem mental superior àquela que possuía antes, de poderes intelectuais mais extensos que lhe vão permitir a realização de objetos, que antes lhe seria impossível.

É assim que as imagens mentais se transformam e, por isso mesmo, deixam de existir como imagens. Se, em existências ulteriores, a alma quisesse vê-las como elas eram, teria de ir procurá-las nos anais kármicos, onde, como já se disse, todas as imagens ficam para sempre gravadas, como imagens akáshicas. Graças a esta transformação, deixam de ser imagens mentais criadas e trabalhadas pela Alma, e tornam-se faculdades da Alma, passando a fazer parte intrínseca de sua natureza. Se, portanto, um homem tem a aspiração de possuir faculdades mentais mais elevadas do que as que atualmente tem, pode promover-lhes o desenvolvimento, uma vez que se resolva energicamente a adquiri-las e faça todos os esforços para essa aquisição; o que é desejo e aspiração numa vida torna-se faculdade, capacidade na outra, o que é vontade de realizar, torna-se poder de executar. Mas não se deve esquecer que a faculdade assim formada é estritamente limitada pelos materiais fornecidos ao arquiteto; do nada, se cria, e se a Alma, na terra, se descuida com o exercício dos seus poderes, deixando de semear o grão das aspirações e do desejo, escassa será a sua colheita, no Devachân.

As imagens mentais, que foram objeto de uma repetição contínua, mas cujo ardor de realizar, cujas aspirações não podem ir além dos fracos poderes da Alma, transformam-se em tendências do passado, em condutos, onde corre, livre e forte a energia mental. Por isto se vê quanto é importante não deixar o espírito andar ao sabor da corrente dos pensamentos, ao acaso, entregue a objetos insignificantes, criando negligentemente imagens mentais impregnadas de trivialidade, cuja estada se tolera no espírito. Estas imagens formarão, com a sua persistência, espécies de canais ao longo dos quais a força mental se insinuará, não sem serpentear pêlos níveis inferiores, ao seguir o trilho do costume, na tendência cômoda de seguir a linha de menor resistência.

Quando a vontade ou o desejo de chegar à realização ;de um certo ato não foram bem sucedidos, não por falta, de capacidade, mas por falta de ocasião, ou porque quaisquer circunstâncias a isso se opuseram, esta vontade ou este desejo produzirão imagens mentais que, — se a natureza do ato é elevada e pura — serão executadas pelo pensamento do plano devachânico, e serão projetadas, como ações, no regresso à terra. Se a imagem mental derivou do desejo de praticar o bem, ela mesma provocará no Devachân a prática mental do bem, e esta, reflexo da própria imagem, deixá-la-á no Ego como imagem mental intensificada por uma ação que se realizará, no plano físico, por um ato físico, no momento em que a ocasião favorável provocar a cristalização deste pensamento em ato. O ato físico torna-se inevitável quando a imagem mental se realizou como ato mental no plano devachânico. A mesma lei se aplica às imagens provenientes dos desejos inferiores, apesar destas nunca chegarem a ingressar no Devachân; mas não deixam por isso de estar submetidas ao processo já descrito e de se animar ao regressarem à terra. Por exemplo, imagens mentais derivadas de desejos persistentes de ganho cristalizam-se em atos de roubo logo que as circunstâncias se tornem propícias. O Karma é completo como causa, e o ato físico é o seu efeito inevitável quando atinge o ponto para o qual basta uma nova repetição da imagem mental para a transformar em ação. É preciso, com efeito, não esquecer que a repetição de um ato tende a torná-lo automático, segundo uma lei que atua em outros planos diferentes do físico. Se, portanto, um ato é objeto de uma repetição constante no plano psíquico, tornase fatalmente automático, e logo que a ocasião se apresente, é objeto de uma imitação automática no plano físico. Quantas vezes se diz, depois de um crime, "oh, se eu tivesse pensado um único momento, decerto não o teria feito!". E realmente há uma espécie de desculpa para o criminoso que profere estas palavras, a desculpa da ausência de premeditação; e, além. disso, tem a atenuante de ignorar os pensamentos que precederam e constituíram uma série de causas que determinaram um efeito inevitável. É como a solução saturada, para que basta um cristalzinho a mais para lhe provocar a solidificação; ao simples contato do cristal, a massa inteira passa ao estado sólido. Logo que a massa das imagens mentais atinge o ponto de saturação, a adição de uma única imagem concretiza-as na forma de um ato. E este é inevitável, visto que a liberdade de escolha se acha esgotada pela vontade repetida de produzir a imagem mental; a impulsão mental reduziu o físico à obediência. O desejo de agir, numa vida, torna-se obrigação na seguinte; parece que o desejo é um pedido dirigido à Natureza que responde oferecendo a ocasião de o pôr em execução(3).

As imagens mentais recolhidas pela memória, representantes das experiências por que a Alma passou na vida terrestre — arquivos onde se aponta fielmente a ação que sobre ela exerceu o mundo exterior — são documentos sobre os quais ela tem também de trabalhar. Estudando-os, meditando sobre eles, a Alma aprende a apanhar-lhes as relações recíprocas, a compreender-lhes o valor como meio de compreensão da ação da Inteligência Universal na Natureza manifesta. Numa palavra, por meio do pensamento paciente a Alma tira desses arquivos todos os ensinamentos que eles encerram: lições de prazer e de dor, de prazer que traz o sofrimento, do sofrimento que dá prazer, lições que provam a presença de leis invioláveis, com que tem de aprender a conformar-se, lições de sucessos e de cheques, de coragem e de desânimo, de receios sem fundamento, de esperanças sem realização, de força impotente perante a prova, de pretenso saber que se traduz em ignorância, de paciente perseverança que arranca a vitória de uma derrota aparente, de temeridade que transforma em derrota uma presumida vitória. Todas estas coisas, todas, a Alma passa pela fieira do seu estudo, e, com a ajuda da alquimia própria, transforma toda esta confusão de experiências em ouro de sabedoria, para que ao regressar à terra, munida com os resultados das provas da vida passada, venha mais experiente, com mais uma ajuda para fazer face às que se lhe depararem na nova existência. Também aqui se deu a transformação das imagens mentais que deixaram de existir como tais, e só se encontram na antiga forma nos anais kármicos.

É graças às imagens mentais, que representam as experiências da vida e mais especialmente por meio daquelas que mostram como o sofrimento é conseqüência da ignorância da lei, que a consciência nasce e se desenvolve. Durante sucessivos exercícios terrestres, a Alma é tentada pêlos desejos a precipitar-se cegamente para qualquer objeto que a atraia; e nessa corrida para ele, vai chocar-se contra a lei e cai dilacerada e exangue. Mais de uma experiência deste gênero lhe tem mostrado que a marcha cega para um objeto, contrariamente à lei, é sempre uma origem de sofrimento e, quando, numa existência terrestre nova, o corpo de desejos tende a puxar a Alma para um prazer de maus resultados, a memória das experiências passadas afirma-se como consciência, chama por socorro em voz alta e refreia os sentidos, que, como corcéis de freio nos dentes, iam precipitar-se de cabeça baixa na perseguição dos objetos do desejo. No estádio atual da evolução, todas as almas, com exceção das mais atrasadas, têm passado por um número de provas suficientemente grande, para reconhecer, de maneira geral, o "bem" e o "mal", isto é, a harmonia Ou a dissonância com a Natureza Divina; e acerca destas questões de moral, não há como uma experiência longa e demorada para permitir à Alma falar com clareza e precisão. Mas no que diz respeito às questões mais elevadas e mais sutis, as que se referem ao estágio atual da evolução e não aos estágios que já ultrapassamos, a experiência é ainda tão restrita, tão insuficiente, que ainda não pôde transformar-se em consciência, e a Alma pode enganar-se na sua decisão, por mais bem intencionado que seja o esforço despendido para ver, com clareza, o caminho a seguir na luta para o bem.

Aqui a sua vontade de obedecer põe-na em uníssono com a Natureza Divina, nos planos superiores, e a sua incapacidade para ver como há de obedecer no plano inferior encontra remédio no futuro, graças aos trabalhos por que ela passou quando, levianamente, foi de encontro à lei. O sofrimento ensinar-lhe-á o que ela ignorava até aí; as experiências dolorosas tornar-se-ão consciência, que a preservará de iguais trabalhos no futuro, que lhe dará a alegria de conhecer mais plenamente Deus na Natureza, de se pôr conscientemente em harmonia com a lei da vida e de conscientemente cooperar na obra da evolução.

Chegados a este ponto, vemos, como conseqüência dos princípios definidos da lei kármica, na sua cooperação com as imagens mentais, como causas, que:

— as aspirações e os desejos convertem-se em capacidades;

— os pensamentos repetidos convertem-se em tendências;

— as vontades de agir convertem-se em atos;

— as experiências convertem-se em sabedoria;

— as provas árduas convertem-se em consciência.

Quanto à cooperação da lei kármica com as imagens mentais, ver-se-á no capítulo seguinte.

 


Notas do capítulo:

  1. Cf. O Nascimento e a Evolução da Alma (Birth and Evolution of the Soul).
  2. Esta questão é exaustivamente tratada no manual O Plano
  3. Vide o capítulo seguinte sobre o funcionamento do Karma.